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07/11/2018 - 14h57Policial vai a júri popular por morte em casa de showCrime ocorreu em 2013, no clube noturno Bailão Sertanejo, onde PM atuava como segurança

O juiz sumariante do 1º Tribunal do Júri da capital, Marcelo Rodrigues Fioravante, decidiu que o policial militar acusado de matar um jovem na casa de shows Bailão Sertanejo, em 2013, deve ser julgado por um júri popular. O réu Sérgio Caetano da Silva, que no dia do crime atuava como segurança particular do local, foi pronunciado e vai responder por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima). A defesa do réu havia pedido a absolvição sumária e a desclassificação do delito para homicídio culposo. O crime aconteceu no dia 5 de maio, por volta das 4h da manhã, em Venda Nova. A denúncia do Ministério Público destaca que, após uma briga na plateia, dois amigos da vítima foram agredidos por seguranças da casa noturna. Revoltado com a agressividade, o jovem começou a quebrar a aparelhagem de som e outros equipamentos do local. Contido, ele foi levado para a área externa da casa de show e agrediu com um soco o segurança/policial militar, que sacou sua arma de fogo e efetuou um disparo na cabeça da vítima. Ao reconstituir o crime, a Polícia Civil descartou a participação do delegado Gustavo Garcia Assunção, filho do gerente do estabelecimento, que foi inicialmente acusado de ter dado o tiro no rapaz.   O magistrado Marcelo Fioravante ressaltou que o réu, além de ser policial militar da ativa à época, e segurança do estabelecimento há 18 anos, era tecnicamente preparado, estava armado, acompanhado por outros seguranças e tinha assumido contratualmente a função de garantidor da ordem local. O policial “não colaborou com nenhum ato investigatório, ocultou a arma de fogo e apresentou versão inicial falsa em seu interrogatório policial”, disse o juiz. “Ele sequer prestou socorro à vítima e, ainda, deixou que outro agente público (o delegado Gustavo Assunção) fosse conduzido em flagrante como suposto autor do delito”, argumentou. O magistrado reconheceu a prova da materialidade e os indícios de autoria do crime. Com a sentença de pronúncia, a sessão de julgamento no Tribunal do Júri será agendada posteriormente.
07/11/2018 (00:00)

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