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12/03/2019 - 10h18TJ economiza gastos com água, telefone e imóveisIniciativa teve acompanhamento do Núcleo Socioambiental

Em 2018, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais adotou várias iniciativas voltadas para o combate ao desperdício de recursos financeiros na administração pública, todas associadas ao conceito da sustentabilidade. Os resultados obtidos foram extremamente positivos. Houve uma redução considerável no consumo de água de esgoto nas dependências do TJMG. Se comparados 2017 e 2018, chegou-se a uma redução de 9,48% no ano passado. Os valores caíram de 303.247m3 para 274.499m3. Foi constatada economia também na utilização do serviço de telefonia.  Em 2017, foram consumidos 883.962.028 segundos nas chamadas telefônicas. Em 2018, foram 776.594.477 segundos, com variação de —12,15%. Houve uma redução considerável na utilização de copos descartáveis (água e café), com variação negativa de 54,94%. Se, em 2017, o TJMG adquiriu 29.779 pacotes de 100 unidades, em 2018 foram 13.419 embalagens. Os gastos com correios também tiveram redução. Em 2017 foram postadas 2.037.520 correspondências; em 2018, 1.871.022. A variação foi de —7,78%, o que correspondeu a uma economia de R$1.286.354,00. O TJMG conta com um Núcleo Socioambiental, que, em caráter permanente, busca fomentar boas práticas de gestão para combater o desperdício na administração pública. Para que as iniciativas sejam implantadas e monitoradas, o grupo elaborou o Plano de Logística Sustentável (PLS).  O núcleo tem à frente o desembargador José Arthur Filho, sendo a juíza Rosimere das Graças do Couto a responsável por colocar em prática as iniciativas. O desembargador José Arthur Filho diz que gestores públicos devem ter em mente adotar medidas voltadas para a economia de gastos no TJMG Economia na locação de imóveis Outra iniciativa de destaque alcançada foi a contenção de gastos com a locação de bens imóveis de pessoas físicas e jurídicas. A variação (para menor) foi de —16,91%. Houve redução de R$11.403.757,62 para R$9.475.751,86, o que gerou uma economia para o TJMG de R$1.927.823,76. O desembargador José Arthur Filho considera que a economia alcançada com as renegociações de contratos de locação foi altamente significativa e demonstra que o Tribunal aprendeu “a fazer o seu dever de casa”, visto que essas práticas devem ser permanentes, como está a ocorrer. Para elaborar uma estratégia de renegociação de valores na locação de imóveis durante o processo de contratação, o TJMG se baseia em informações aprofundadas sobre o mercado imobiliário em geral e suas flutuações, tanto é que foi aplicada, pela primeira vez no TJMG, a “taxa negativa do IGPM” sobre os contratos, o que repercutiu nos custos com esse item. Para se ter uma ideia de números,  destaca o desembargador José Arthur Filho, “somente com as reduções dos preços mensais das locações e custos com correios, o TJMG fez uma economia de R$3.214.177,76, o que é, por certo, um valor bastante expressivo”. Já no campo das licitações, afirma o desembargador José Arthur Filho, o TJMG também inovou. “Após a licitação, setores envolvidos na compra preparam um relatório e propostas de estratégias para renegociação com o vencedor do certame, sendo certo que variadas vezes conseguiu-se, com esse procedimento, descontos ainda maiores do que aqueles ofertados originariamente. E esses descontos têm se verificado, de forma sistemática.” “O mais importante disso tudo é que esses procedimentos, antes, não eram vivenciados dentro do TJMG, e agora passam a ser uma rotina da Casa, pois é fundamental que esses mecanismos focados para a economia e para o não desperdício passem a fazer parte da mentalidade dos nossos gestores e da própria cultura do Tribunal. E isso, para nossa satisfação, é o que está acontecendo”, enfatiza. A juíza Rosimere das Graças do Couto credita os bons resultados alcançados à soma de vários fatores, entre eles, a preservação do meio ambiente Gestão sustentável A juíza auxiliar da Presidência e coordenadora do Núcleo Socioambiental, Rosimere das Graças do Couto, comenta que o próprio conceito de sustentabilidade é para longo prazo, pois se busca encontrar uma forma de desenvolvimento que atenda às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das próximas gerações de suprir suas próprias carências, garantindo a sobrevivência dos recursos naturais do planeta. Em relação aos bons resultados obtidos, a magistrada diz que o TJMG tem procurado valorizar todos os fatores que englobam a manutenção dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente nos persos planos de ação propostos pelo Núcleo Socioambiental. O objetivo do núcleo é buscar novas práticas de conscientização sobre a preservação ambiental e assim alcançar novas metas de gestão voltadas para a manutenção da qualidade de vida e dos ecossistemas em harmonia com as pessoas, ressaltou. Com esse alinhamento, a gestão sustentável permite orientar o Tribunal de Justiça mantendo o desenvolvimento tecnológico sem exaurir os recursos naturais do planeta. “É o que buscamos diariamente”, destacou a juíza. Atualmente, quatro grupos são encarregados de propor e executar ações e projetos que viabilizarão o PLS. São eles o executivo de Compras e Contratações Sustentáveis, o de Racionalização do Consumo de Recursos Naturais, o de Racionalização do Consumo de Recursos Administrativos e o de Qualidade de Vida no Ambiente de Trabalho, Comunicação e Capacitação para Sustentabilidade. O TJMG publica seu relatório anual de desempenho em sustentabilidade. O material apresenta com transparência os avanços obtidos em determinado período. Leia o   relatório   na íntegra.  
12/03/2019 (00:00)

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