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12/03/2019 - 19h22Mulheres vítimas de violência doméstica expõem no TJMGFeira faz parte da programação da Semana Justiça pela Paz em Casa

Durante a 13ª Semana Justiça pela Paz em Casa, a Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv) do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) organizou uma feira de produtos artesanais desenvolvidos por mulheres, muitas delas vítimas de violência doméstica. Quem visita a feira também pode ter acesso a produtos de cuidados com a pele e maquiagem. Fabricantes de bonecas afro, entre elas mulheres que sofreram violência doméstica, chamaram bastante atenção dos visitantes da feira Mulheres de Itacarambi, na região Norte de Minas, desenvolveram telas com produtos da natureza, tais como fibra de bananeira e sementes, à venda na feira. O trabalho é feito em oficinas oferecidas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos da Prefeitura de Itacarambi. Participam também da exposição mulheres artesãs fabricantes de bonecas de pano e artefatos de madeira. A iniciativa faz parte das iniciativas da Rede Viver Mulher, criada em 2017, pela juíza da comarca de Itacarambi, Barbara Lívio, com o objetivo de desenvolver ações efetivas para prevenção e atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica. Dessa forma, foi criada uma rede de proteção para as mulheres, composta pela Justiça, Secretaria de Desenvolvimento Social, Secretaria de Saúde, Polícia Civil e Militar e outros parceiros. A psicóloga do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), Vanderléia Campos de Souza conta que todo trabalho desenvolvido pela Rede Viver Mulher tem sido muito positivo. “A mulheres chegam com a auto-estima muito baixa e à medida que vamos trabalhando, tanto nos atendimentos psicológicos quanto nas oficinas, elas passam a se cuidar melhor e a entender a violência que sofreram, inclusive a violência psicológica que é a mais comum”. Mulheres da Melanina Feira Afro de Contagem também estão participando. A feira que acontece mensalmente, em Contagem, é uma iniciativa da advogada e psicóloga Gê Nogueira que trabalha com atendimento de mulheres vítimas de violência. A feira reúne artesãs e artesãos que produzem para atender à demanda afro. Dentre as artesãs estão mulheres que sofreram violência doméstica e participam de oficinas para desenvolvimento de produtos. A artesã Raquel Viana participa da feira desde o início e conta que a renda dela e do marido resulta da venda do artesanato que produzem juntos. Ela não faz parte do grupo de mulheres que sofreram violência doméstica, mas garante que a participação na feira tem sido muito importante para as mulheres se libertarem do ciclo de violência. Outros ítens que estão à venda são produtos de cuidado com a pele e para maquiagem. A empresa Mary Kay está oferendo no estande um spa facial de limpeza de pele e dicas de auto-maquiagem. Entre as consultoras de beleza e imagem presentes na feira, a diretora de vendas Sheila Oliveira esclarece às mulheres sobre a necessidade de cuidar da pele, assim como se cuida dos outros órgãos do corpo. A feira é aberta ao público e vai até quinta-feira, 14 de março, às 17h. O TJMG fica na Avenida Afonso Pena, 4001.
12/03/2019 (00:00)

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