Segunda-feira
19 de Fevereiro de 2018 - 

Controle de Processos

Insira seu usuário e senha para acesso ao software jurídico
Usuário
Senha

Notícias

Newsletter

Nome:
Email:

Webmail

Clique no botão abaixo para ser direcionado para nosso ambiente de webmail.

Artigo: Falácia tributária

Brasília - O jornal Zero Hora, de Porto Alegre/RS, publicou na edição desta quinta-feira (18), artigo do presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia. Confira:Falácia tributáriaPor Claudio Lamachia, presidente nacional da OABO mais novo deboche do governo para com a sociedade é o não reajuste da tabela do Imposto de Renda, mesmo estando ciente de que a defasagem nos valores que desde 1996 já acumula inacreditáveis 88,4%. A atual faixa de isenção – para quem ganha até R$ 1.903,98 – subiria para R$ 3.556,56 se fosse corrigida. Esta é uma forma de camuflar o aumento da já absurda carga tributária imposta a sociedade brasileira. A OAB é autora da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.096, que cobra a correção da tabela do Imposto de Renda, que aguarda julgamento do STF.Este não é um caso isolado. Ainda na primeira semana do ano, o presidente da República sancionou o Orçamento de 2018 com uma expressiva redução de R$ 1,5 bilhão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Sem constrangimento, é ágil em autorizar as emendas aos que atenderam ao acordo que liberou o presidente das denúncias de corrupção. O fundo eleitoral bilionário criado pelo Congresso para sustentar os partidos também retirou R$ 472 milhões de áreas fundamentais como a saúde. Todavia, é lento em devolver à sociedade os benefícios inerentes a uma das mais altas cargas tributárias do mundo. O governo não tem freios morais para buscar o aumento de tributos, incompatíveis com o altíssimo índice de desemprego. Há pouco tempo, puniu a todos com a alta nos impostos sobre os combustíveis, comprometendo a cadeia produtiva e o poder de compra do cidadão.O Legislativo tem culpa: o que se vê é fruto da demora em apreciar os pedidos de impeachment, parados na Câmara. O governo não possui políticas claras para aumentar a eficiência do Estado, notadamente em áreas fundamentais como educação, saúde e segurança. O bolso do cidadão deveria ser sempre a última opção dos gestores. Em vez de tirar mais dinheiro do povo, o governo deveria gastar melhor os expressivos recursos que arrecada, combatendo a corrupção e a ineficiência.Enquanto o Estado for gerido para beneficiar aliados políticos em detrimento das boas práticas, não haverá solução para os problemas que hoje fazem o Brasil menor do que deveria.
Fonte:
OAB
18/01/2018 (00:00)

Contate-nos

MELO RODRIGUES ADVOCACIA

Rua Ângelo Crema,  159
-  Bela Vista I
 -  Sacramento / MG
-  CEP: 38190-000
+55 (34) 33511084
© 2018 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia